Demência Lusitana

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Portugal é comprovadamente um país de mediocridade e demência.

Cabe perante os factos questionar uma Ministra da Saúde, uma Directora-Geral e um Almirante da Marinha de Guerra Portuguesa:

Se as vacinas não previnem a infecção nem reduzem a mortalidade geral, então exactamente para que é que precisamos delas? Então o que é que julgam que andaram a fazer? Que “ciência” é que julgam que seguiram? De que é que se pretende então proteger a população?

Se não souberem responder utilizando o córtex pré-frontal (porque manipular emoções qualquer um sabe fazer a respeito de qualquer assunto), só têm que ser demitidos e punidos. Porque falharam.

fonte: GBN
fonte: GBN

Não se perca tempo a sequer tentar refutar o que digo: o critério correlacional que adoptaram para recomendar a vacinação em massa é o mesmo em que eu me baseio aqui. Neste caso com uma agravante: mais do que mortalidade por um vírus específico, estes dados são de mortalidade por essa e várias outras causas, portanto expõem a vulnerabilidade da população no âmbito que interessa à saúde pública (e às autoridades se estas existissem), que é a mortalidade geral homóloga. A correlação, expressa em vários países europeus igualmente atingidos pelo vírus mas diferentemente vacinados, e ao contrário dos dados em que as autoridades de saúde se basearam que não abrangeram um período de tempo de mais que poucos meses, é clara — mais vacinas, mais mortes. Devido à diferença entre os países ser apenas nas taxas de vacinação, o resultado não pode ser atribuído ao Covid nem ao síndrome “Covid longo”.

Eu não tenho, para chegar a estas conclusões, que explicar o mecanismo de correlação mais do que as autoridades tiveram que seguir obrigatoriamente recomendações científicas baseadas em correlações não explicadas.

Não percam tempo a refutar os dados.

Não percam tempo a ser negacionistas da ciência. Porque falharam.

Se as autoridades de saúde portuguesas e aqueles que implementam as suas directivas, não são incompetentes, são garantidamente uns falhados. Não precisamos da sua liderança nem para governar uma tasca.

Para cúmulo, como se isto não bastasse, Portugal é um caso de estudo para suportar a tese de imunidade natural adquirida, ou seja, que não precisamos de vacinas para este vírus e as suas variantes: