A Indústria

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Desde a indústria académica, passando pelos industriais das empresas e as suas “engenharias”, até aos engenheiros farsantes que não passam de papagaios incompetentes de farsas industriais, toda a moderna indústria está aqui perfeitamente retratada e explicada.

(…) os seus excessos não podem ser tidos como um plano malévolo, mas que foram apenas os devaneios de uma dona de casa que não tem mais que o ensino médio e que passa a maior parte do seu tempo a aborrecer-se com os afazeres domésticos.

(…) a maioria das entradas falsas foram como uma engenharia a que se viu forçada pela própria coerência da narrativa que iniciara nas primeiras entradas que editou e que deixaram uma série de lacunas a pedir resolução.

“Como diz o ditado, para se contar bem uma mentira, aquele que lhe deu origem não demora a perceber que esta exige a companhia de outras que a sustentem. Uma vez que senti relutância em apagar centenas de milhares de palavras que já havia escrito, acabei por ceder ao artifício que eu própria criara (…)”

Diogo Vaz Pinto in Observador